Cátedra Ignacy Sachs – PUC-SP | NEF


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Aretha Franklin murió a los 76 años: el día que cantó un tema de Adele

La fallecida cantante versionó a Adele y otras divas del pop en su disco “Aretha Franklin Sings the Great Diva Classics”

En 2014, la fallecida “reina del soul”, Aretha Franklin lanzó “Aretha Franklin Sings the Great Diva Classics”, un disco de reversiones de canciones como “Rolling in the deep” de Adele, “I will survive” de Gloria Gaynor, y “Nothing compares 2 U” de Sinéad O’Connor.

En octubre de ese mismo año, Aretha logra un hito en la historia de la música al convertirse en la primera mujer en obtener su sencillo número 100 en la lista de canciones Hot R&B de Billboard con “Rolling in the Deep”.

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9 Mujeres Que Destacaron Sobre Los Hombres De Su Generación

Todos sabemos quiénes son los mejores hombres en la historia de la humanidad. Una y otra vez, surgen los mismos nombres. Pero, ¿y las mujeres? Aunque ha habido muchas mujeres inspiradoras a lo largo de la historia, la mayoría de las que conocemos son conocidas por sus cualidades femeninas típicas que los hombres desean. Esta lista, sin embargo, homenajea a algunas de las mujeres más importantes que brillaron entre sus contemporáneos debido a su poder de voluntad superior, perseverancia y temperamento.

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Periferias. As mulheres na linha de frente

Pensar as periferias na contemporaneidade não é tarefa muito fácil. Os mais apressados costumam criar rótulos simplificadores e preconceituosos, sem considerar as periferias em sua complexidade, com contradições e potencialidades. O fato é que nelas vivem milhares de pessoas em todo o Brasil. E também é verdade que, através das mais diversas formas de expressão, muitos moradores dessas regiões têm conseguido construir uma narrativa que coloca em xeque o discurso monotemático a respeito do que são elas. Com a proliferação de diversas outras possibilidades de veiculação de vídeos, mensagens, músicas, poesias, artigos e outros, mulheres e homens das periferias vão assentando uma narrativa contestatória aos clichês daqueles que sabem muito pouco a seu respeito.

No esforço de compreender com maior agudez o que são as periferias, no último sábado, 05 de maio, o CEPAT promoveu o debate As periferias como espaço de produção e resistência, pelo ciclo Cenários para o Brasil contemporâneo. A atividade conta com a parceria do Núcleo de Direitos Humanos da PUCPRCáritas – Regional ParanáComunidades de Vida Cristã (CVX) – Regional Sul e Instituto Humanitas Unisinos – IHU. A convidada especial para conduzir este debate foi Juliana Borges, feminista negra, antiproibicionista e pesquisadora em Antropologia na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo.

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O feminismo como epistemologia da diferença

Um dos grandes panos de fundo da discussão feminista é a crítica ao binarismo instaurado pelo patriarcado que divide o mundo em dois: um dominador – o masculino, e um dominado – o feminino. Esta desconstrução de estruturas binárias que atravessam o pensamento ocidental abala as estruturas do conhecimento assim fundadas. É com isso em mente que diversas estudiosas sustentam que, com o feminismo (ou os feminismos, melhor dizendo, a opção por usar o termo no singular é apenas para ressaltar o que eles têm em comum), começa a existir uma própria epistemologia da diferença. Esta significa basicamente que conhecer o mundo não implica em reduzi-lo a um conjunto mínimo (que acaba sendo relacionado a um binário fundado no duplo “verdadeiro-falso”) de proposições.

A epistemologia feminista mostra que o mundo humano, sendo em grande parte construído pelos próprios homens e mulheres, é multifacetado, plural, múltiplo. Não há sentido em uma teoria do conhecimento que tente reduzir o mundo a um conjunto mínimo de categorias para compreendê-lo, muito menos escolher o mesmo como referencial de conhecimento.

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A dura realidade das prostitutas na Alemanha

Rotina é de angústia, exploração e direitos negados, cafetões violentos, mulheres tatuadas como gado e bordéis galinheiros

Em geral, Julia levava para seu quarto de dez a 12 homens por noite, por vezes até 14, e aguentava firme até as 3 horas da manhã. “Era tudo o que eu conseguia suportar”, conta à DW. Outras, as que trabalhavam a noite toda e atendiam a exigências mais incomuns, atravessavam as longas horas graças a um coquetel de álcool e drogas.

A DW não pôde verificar independentemente a história de Julia (nome pelo qual seus clientes costumavam chamá-la), mas ela condiz com os relatos de assistentes sociais e policiais familiarizados com a indústria do sexo. A romena também mostrou fotos de sua época como prostituta, pedindo para não serem divulgadas, nem o seu nome verdadeiro.

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Ministérios ordenados para as mulheres?

Em seu blog, Come Se Non (30 de maio e 2 de junho), Andrea Grillo, liturgista, professor no Pontifício Ateneu Sant’Anselmo e em Santa Giustina, em Pádua, criticou o secretário da Congregação para a Doutrina da FéDom Luis Ladaria, pelo seu artigo publicado no L’Osservatore Romano de 29-30 de maio. Nele, o prelado reconfirmava que a ordenação sacerdotal reservada aos homens era uma “verdade pertencente ao depósito da fé”.

A reportagem é de Lorenzo Prezzi, publicada em Settimana News, 14-06-2018. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Eis a entrevista.

Professor Andrea Grillo, na intervenção de Dom Ladaria e nas suas respostas no blog, quais são as questões essenciais?

A questão essencial é o modo de considerar o problema da “autoridade feminina na Igreja”. O tom de preocupação e a linguagem envernizada e “espiritual” deixam escapar uma grave subestimação da questão e uma abordagem profundamente inadequada, eu diria até desajeitada e quase desrespeitosa. Se eu fosse mulher, me sentiria ofendida.

Em vez disso, o papel de “autoridade” e “reconhecível” da mulher na Igreja requer uma “mudança de paradigma” e uma “revolução cultural” – como diz o Papa Francisco na Veritatis gaudium –, mas, nas palavras de Ladaria, não há o menor rastro disso. E os argumentos utilizados se referem a outro mundo, não a este. Só convencem aqueles que vivem fechados em um escritório, onde apenas homens circulam e mandam.

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Mulheres articulam para partidos não derrubarem 30% do Fundo Eleitoral

dims

De olho na articulação de algumas lideranças partidárias contrárias à reserva de recursos para candidaturas femininas, parlamentares e integrantes de movimentos de direitos das mulheres se mobilizam para assegurar a conquista. O uso de no mínimo 30% do Fundo Eleitoral para campanhsa de mulheres foi decidido na última terça-feira (22), por unanimidade, pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

“Esse inconformismo dos partidos com essa decisão do TSE é inócuo. Não tenho a menor dúvida de que o Supremo [Tribunal Federal] irá impor o cumprimento da norma”, afirmou ao HuffPost Brasil Luciana Lóssio, ex-ministra do TSE.

A decisão da Corte Eleitoral foi uma resposta à uma consulta protocolada pela bancada feminina, com ajuda do escritório de Lóssio.

Considerado um avanço para a participação das mulheres na política, o entendimento deve ser questionada no STF por partidos como Solidariedade, DEM e PP. O argumento é de que a corte extrapolou suas atribuições e que o tema é assunto do Legislativo. Na avaliação de Lóssio, o pedido não deve ser acatado. “Não se sustenta de maneira alguma”, afirmou.

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