Cátedra Ignacy Sachs – PUC-SP | NEF

O Relatório Mundial sobre Envelhecimento e Saúde (2015)

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relatorio_envelhecimentoO relatório baseia suas recomendações na análise das mais recentes evidências a respeito do processo de envelhecimento e observa que muitas percepções e suposições comuns sobre as pessoas mais velhas são baseadas em estereótipos ultrapassados.

Como mostra a evidência, a perda das habilidades comumente associada ao envelhecimento na verdade está apenas vagamente relacionada com a idade cronológica das pessoas. Não existe um idoso “típico”. A diversidade das capacidades e necessidades de saúde dos adultos maiores não é aleatória, e sim advinda de eventos que ocorrem ao longo de todo o curso da vida e frequentemente são modificáveis, ressaltando a importância do enfoque de ciclo de vida para se entender o processo de envelhecimento.

Embora a maior parte dos adultos maiores apresente múltiplos problemas de saúde com o passar do tempo, a idade avançada não implica em dependência. Além disso, ao contrário do que se pensa, o envelhecimento tem muito menos influência nos gastos com atenção à saúde do que outros fatores, inclusive os altos custos das novas tecnologias médicas.

Para a maioria dos adultos maiores, a manutenção da habilidade funcional é mais importante. Os maiores custos à sociedade não são os gastos realizados para promover esta habilidade funcional, mas sim os benefícios que poderiam ser perdidos se não implementarmos as adaptações e investimentos necessários. O enfoque social recomendado para abordar o envelhecimento da população, que inclui a meta de construir um mundo favorável aos adultos maiores, requer uma transformação dos sistemas de saúde que substitua os modelos curativos baseados na doença pela prestação de atenção integrada e centrada nas necessidades dos adultos maiores.

Acesse o relatório

Boas Novas:

Não há mais pessoa tipicamente velha

A diversidade na população de adultos maiores não é aleatória

A idade avançada não implica dependência

O envelhecimento da população aumentará os custos com cuidados de saúde – porém não tanto quanto esperado

70 não é o novo 60 – mas poderia ser

Visão prospectiva, não retrospectiva (RIBER)

O gasto com populações mais velhas é um investimento, não um custo

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