Cátedra Ignacy Sachs – PUC-SP | NEF

A dura realidade das prostitutas na Alemanha

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Rotina é de angústia, exploração e direitos negados, cafetões violentos, mulheres tatuadas como gado e bordéis galinheiros

Em geral, Julia levava para seu quarto de dez a 12 homens por noite, por vezes até 14, e aguentava firme até as 3 horas da manhã. “Era tudo o que eu conseguia suportar”, conta à DW. Outras, as que trabalhavam a noite toda e atendiam a exigências mais incomuns, atravessavam as longas horas graças a um coquetel de álcool e drogas.

A DW não pôde verificar independentemente a história de Julia (nome pelo qual seus clientes costumavam chamá-la), mas ela condiz com os relatos de assistentes sociais e policiais familiarizados com a indústria do sexo. A romena também mostrou fotos de sua época como prostituta, pedindo para não serem divulgadas, nem o seu nome verdadeiro.

Leia mais aqui.

Autor: Alê Almeida

Alessandra Felix de Almeida

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