Cátedra Ignacy Sachs – PUC-SP | NEF

Especialistas alertam para o recrudescimento da violência contra meninas e mulheres no país

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Marcas que não se apagam, pois que matam – Especialistas alertam para o recrudescimento da violência contra meninas e mulheres no país e afirmam que encerrar o ciclo de agressões implica enfrentar o machismo de uma sociedade patriarcal.

A reportagem é de Katia Machado, publicada por Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio — EPSJV/Fiocruz, e reproduzida por EcoDebate, 14-01-2019.

Casos emblemáticos como o da advogada Tatiane Spitzner, de 29 anos, que antes de ser jogada do prédio em que morava, em Guarapuava (PR), no ano passado, foi agredida por mais de 20 minutos pelo marido Luís Felipe Manvalier, de 32, sem que ninguém denunciasse, ou da cabeleireira Tatiane Rodrigues da Silva, de 30 anos, morta a facadas em Governador Valadares (MG) pelo ex-namorado, Hamilton Ezequiel da Silva, de 33, que já tinha ficado 60 dias preso por agredi-la, retratam a última etapa de um ciclo de múltiplas violências que atinge estrutural e sistematicamente as mulheres brasileiras.

Leia mais aqui.

Autor: Alê Almeida

Alessandra Felix de Almeida

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