Cátedra Ignacy Sachs – PUC-SP | NEF


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Especialistas alertam para o recrudescimento da violência contra meninas e mulheres no país

Marcas que não se apagam, pois que matam – Especialistas alertam para o recrudescimento da violência contra meninas e mulheres no país e afirmam que encerrar o ciclo de agressões implica enfrentar o machismo de uma sociedade patriarcal.

A reportagem é de Katia Machado, publicada por Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio — EPSJV/Fiocruz, e reproduzida por EcoDebate, 14-01-2019.

Casos emblemáticos como o da advogada Tatiane Spitzner, de 29 anos, que antes de ser jogada do prédio em que morava, em Guarapuava (PR), no ano passado, foi agredida por mais de 20 minutos pelo marido Luís Felipe Manvalier, de 32, sem que ninguém denunciasse, ou da cabeleireira Tatiane Rodrigues da Silva, de 30 anos, morta a facadas em Governador Valadares (MG) pelo ex-namorado, Hamilton Ezequiel da Silva, de 33, que já tinha ficado 60 dias preso por agredi-la, retratam a última etapa de um ciclo de múltiplas violências que atinge estrutural e sistematicamente as mulheres brasileiras.

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As jovens mulheres que não estudam nem trabalham são o dobro dos homens na América Latina

As mulheres jovens latino-americanas que não estudam e não trabalham são 12,5 milhões, 27% da população total, de acordo com o estudo Millennials na América Latina e Caribe: trabalhar ou estudar?  apresentado na quinta-feira em Santiago. Os homens são 7,5 milhões, 14%. O fenômeno dos que não estudam e não trabalham “tem alto número feminino”, indica a pesquisa na qual foram entrevistadas 15.000 pessoas entre 15 e 24 anos no Brasil, Chile, Colômbia, El Salvador, Haiti, México, Paraguai, Peru e Uruguai. “Em todos os países, a proporção de mulheres que não estão inseridas no sistema educacional e no mercado de trabalho é mais do que o dobro da fração de homens nessa situação”, demonstra o projeto da fundação Espacio Público (Chile), financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Centro Internacional de Pesquisa para o Desenvolvimento do Canadá.

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Brasil concentrou 40% dos feminicídios da América Latina em 2017, diz ONU

A cada dez feminicídios cometidos em 23 países da América Latina e Caribe em 2017, quatro ocorreram no Brasil. Segundo informações da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU), ao menos 2.795 mulheres foram assassinadas na região, no ano passado, em razão de sua identidade de gênero. Desse total, 1.133 foram registrados no Brasil.

O levantamento também ranqueia os países a partir de um cálculo de proporção. Nessa perspectiva, quem lidera a lista é El Salvador, que apresenta uma taxa de 10,2 ocorrências a cada 100 mil mulheres, destacada pela Cepal como “sem paralelo” na comparação com o índice dos demais países da região.

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El feminicidio, la expresión más extrema de la violencia contra las mujeres

Al menos 2.795 mujeres fueron víctimas de feminicidio en 23 países de América Latina y el Caribe en 2017, de acuerdo con datos proporcionados por organismos públicos de esos países al Observatorio de Igualdad de Género de América Latina y el Caribe de la CEPAL.

El fenómeno alcanza una extensión en El Salvador que no encuentra paralelo en ningún otro país de la región, la tasa de feminicidios por cada 100.000 mujeres en el 2017 fue de 10,2, la cual es seguida por Honduras, que en 2016 registró un 5,8. En Guatemala, República Dominicana y Bolivia (Est. Plur. de) también se observaron altas tasas para el año 2017, iguales o superiores a 2 casos por cada 100.000 mujeres. Solamente Venezuela, Panamá y el Perú registran tasas inferiores al 1,0 en la región

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Las mujeres hacen escuchar la voz indígena en Argentina

TARTAGAL, Argentina, 13 nov 2018 (IPS) – La semilla la puso hace más de 20 años un grupo de mujeres indígenas que empezó a reunirse para intentar recuperar memorias de sus pueblos. Hoy también son las mujeres las grandes protagonistas de La Voz Indígena, una radio única, en el norte de Argentina, que transmite todos los días en siete lenguas.

“Al principio los dirigentes nos preguntaban por qué no nos quedábamos en casa, cuidando los hijos y a los nietos. Hoy esos hombres vienen a refugiarse bajo el techo de estas mujeres”, contó a IPS la guaraní Felisa Mendoza, en una de los amplios y coloridos salones de la emisora, decorados con murales pintados por artistas indígenas.

El edificio de dos plantas está a unos pocos metros de la terminal de buses de Tartagal, una ciudad de unos 80.000 habitantes de la provincia de Salta, a solo 50 kilómetros de la frontera boliviana.

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A cada 20 horas, uma mulher é vítima de importunação sexual no transporte da Grande São Paulo

A cada 20 horas, uma mulher é vítima de importunação sexual no transporte da Grande São Paulo. O número foi registrado no primeiro mês de aplicação da lei que tipificou o ato como crime, passando a permitir que seja punido com prisão o agressor. Antes, esse tipo de ação era apenas passível de multa.

Somente nos metrôs, trens e ônibus da região metropolitana de São Paulo foram registradas 36 ocorrências deste tipo entre os dia 25 de setembro e 23 de outubro, segundo levantamento solicitado pelo HuffPost Brasil junto às empresas Metrô, SPTrans e CPTM.

A nova lei define a importunação sexual como a prática de ato libidinoso contra alguém sem o seu consentimento “com o objetivo de satisfazer a própria lascívia ou a de terceiro”, passível de pena de 1 a 5 anos de reclusão, se o ato não constituir crime mais grave.

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Más de 200 millones de mujeres siguen sin anticonceptivos

OTTAWA, 24 oct 2018 (IPS) – La comunidad internacional conmemorará dos hitos en materia de población y desarrollo el año próximo, cuando se cumplirán 50 años del Fondo de Población de las Naciones Unidas y 25 del Programa de Acción, adoptado en la Conferencia Internacional sobre Población y Desarrollo (CIPD), realizada en El Cairo en 1994.

“Usemos esos importantes logros para iniciar una acción acelerada, juntos, aquí en Ottawa”, arengó la directora ejecutiva del UNFPA, Natalia Kanem, frente a 150 parlamentarios de más de 50 países reunidos en la capital canadiense.

Los legisladores se reunieron para revisar los avances logrados en varios de los indicadores socioeconómicos de la Agenda de la Organización de las Naciones Unidas en materia de salud reproductiva, mortalidad materna e infantil, planificación familiar, mutilación genital femenina, matrimonio precoz, empoderamiento de mujeres y equidad de género.

Es un momento de reflexión sobre algunas cuestiones fundamentales, observó Kanem.

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