Cátedra Ignacy Sachs – PUC-SP | NEF


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Desigualdad de Género

Conversatorio Futuro, Mujer y Trabajo: Discutiendo las claves del futuro de Chile


Encuesta sobre igualdad de género: 7 de cada 10 niños y niñas considera que se incentiva más el deporte en ellos que en ellas


Anulan condena de muerte contra adolescente que mató a su esposo cuando intentaba violarla


Por primera vez en su historia la Bolsa de Nueva York nombra a una mujer presidenta


La “decidora” foto del Consejo de Rectores: Todos son hombres, ninguna mujer


Actor de “Dr. Strange” no aceptará papeles si a sus colegas mujeres no les pagan lo mismo


Karen Araya, volante de la Roja: “Creo que ningún hombre (futbolista) pasaría por lo que nosotras pasamos”


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Igrejas evangélicas e a Internet cumprem função de escola no Brasil popular

Em um cenário eleitoral polarizadoeducação é tópico de consenso. Mas a promoção do ensino de qualidade não depende só da abertura de escolas. É preciso pensar em como ser mais eficiente no papel de educar os mais pobres.

O comentário é de Juliano Spyer, antropólogo do Alexandria Big Data, doutor pela University College London e autor do livro Mídias Sociais no Brasil, em artigo publicado no seu Medium, 29-07-2018.

Lançado em Londres pela UCL Press e disponível para download gratuitamente, o livro Social Media in Emergent Brazil é o primeiro estudo sobre como a classe C, o segmento mais poderoso da Internet no Brasil segundo o Google, usa as mídias sociais.

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Em dois anos país tem mais 5 milhões de subutilizados e 1,6 milhão de desalentados

Segundo o IBGE, no segundo trimestre a subutilização da mão de obra chegou a 27,6 milhões: queriam trabalhar mais, mas não conseguiram. E 4,8 milhões desistiram de procurar trabalho.

A reportagem é publicada por Rede Brasil Atual – RBA, 16-08-2018.

O país fechou o segundo trimestre com 27,636 milhões de subutilizados, termo usado pelo IBGE para definir o conjunto de desempregados e aqueles que gostariam de trabalhar mais, mas não conseguem. Um número estável diante do primeiro trimestre, mas que subiu em relação a igual período de 2017, com a taxa passando de 23,8% para 24,6%. No segundo trimestre de 2016, eram 22,651 milhões. Assim, depois de dois anos, a partir do impeachment de Dilma Rousseff, esse contingente aumentou em quase 5 milhões.

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Aretha Franklin murió a los 76 años: el día que cantó un tema de Adele

La fallecida cantante versionó a Adele y otras divas del pop en su disco “Aretha Franklin Sings the Great Diva Classics”

En 2014, la fallecida “reina del soul”, Aretha Franklin lanzó “Aretha Franklin Sings the Great Diva Classics”, un disco de reversiones de canciones como “Rolling in the deep” de Adele, “I will survive” de Gloria Gaynor, y “Nothing compares 2 U” de Sinéad O’Connor.

En octubre de ese mismo año, Aretha logra un hito en la historia de la música al convertirse en la primera mujer en obtener su sencillo número 100 en la lista de canciones Hot R&B de Billboard con “Rolling in the Deep”.

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9 Mujeres Que Destacaron Sobre Los Hombres De Su Generación

Todos sabemos quiénes son los mejores hombres en la historia de la humanidad. Una y otra vez, surgen los mismos nombres. Pero, ¿y las mujeres? Aunque ha habido muchas mujeres inspiradoras a lo largo de la historia, la mayoría de las que conocemos son conocidas por sus cualidades femeninas típicas que los hombres desean. Esta lista, sin embargo, homenajea a algunas de las mujeres más importantes que brillaron entre sus contemporáneos debido a su poder de voluntad superior, perseverancia y temperamento.

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Periferias. As mulheres na linha de frente

Pensar as periferias na contemporaneidade não é tarefa muito fácil. Os mais apressados costumam criar rótulos simplificadores e preconceituosos, sem considerar as periferias em sua complexidade, com contradições e potencialidades. O fato é que nelas vivem milhares de pessoas em todo o Brasil. E também é verdade que, através das mais diversas formas de expressão, muitos moradores dessas regiões têm conseguido construir uma narrativa que coloca em xeque o discurso monotemático a respeito do que são elas. Com a proliferação de diversas outras possibilidades de veiculação de vídeos, mensagens, músicas, poesias, artigos e outros, mulheres e homens das periferias vão assentando uma narrativa contestatória aos clichês daqueles que sabem muito pouco a seu respeito.

No esforço de compreender com maior agudez o que são as periferias, no último sábado, 05 de maio, o CEPAT promoveu o debate As periferias como espaço de produção e resistência, pelo ciclo Cenários para o Brasil contemporâneo. A atividade conta com a parceria do Núcleo de Direitos Humanos da PUCPRCáritas – Regional ParanáComunidades de Vida Cristã (CVX) – Regional Sul e Instituto Humanitas Unisinos – IHU. A convidada especial para conduzir este debate foi Juliana Borges, feminista negra, antiproibicionista e pesquisadora em Antropologia na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo.

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O feminismo como epistemologia da diferença

Um dos grandes panos de fundo da discussão feminista é a crítica ao binarismo instaurado pelo patriarcado que divide o mundo em dois: um dominador – o masculino, e um dominado – o feminino. Esta desconstrução de estruturas binárias que atravessam o pensamento ocidental abala as estruturas do conhecimento assim fundadas. É com isso em mente que diversas estudiosas sustentam que, com o feminismo (ou os feminismos, melhor dizendo, a opção por usar o termo no singular é apenas para ressaltar o que eles têm em comum), começa a existir uma própria epistemologia da diferença. Esta significa basicamente que conhecer o mundo não implica em reduzi-lo a um conjunto mínimo (que acaba sendo relacionado a um binário fundado no duplo “verdadeiro-falso”) de proposições.

A epistemologia feminista mostra que o mundo humano, sendo em grande parte construído pelos próprios homens e mulheres, é multifacetado, plural, múltiplo. Não há sentido em uma teoria do conhecimento que tente reduzir o mundo a um conjunto mínimo de categorias para compreendê-lo, muito menos escolher o mesmo como referencial de conhecimento.

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